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Lançamentos de Setembro @EditoraRocco

28.9.16


Confiram os lançamentos de Setembro da Editora Rocco...

Vencedor do prêmio Nouveau Talent 2015, “Eu Estou Aqui”, da professora e escritora francesa Clélie Avit, é uma emocionante história de amor e superação que tem início quando Thibault, ainda se recuperando de um divórcio que levou embora suas esperanças, entra por acaso no quarto errado do hospital onde fora visitar o irmão.
No leito, uma mulher dorme e ele encontra uma paz que há muito não sentia. Em coma há cinco meses, Elsa sofreu um acidente numa escalada, e a família já não acredita em sua recuperação.
Mas, tomado por um sentimento que ele mal consegue definir, Thibault passa a visitá-la sempre que possível e, a cada dia, aumenta sua certeza de que está apaixonado por Elsa e de que ela ouve cada uma de suas palavras.
Uma declaração de amor à vida e aos pequenos gestos que são capazes de transformá-la. 




Há menos de duas semanas para o asteroide Maia atingir o planeta, as pessoas vivem atrás de barricadas, entocadas em porões e abrigos de emergência, o dinheiro se tornou inútil e água é a moeda mais valiosa.
 Enquanto todos esperam o fim, o detetive Hank Palace ainda tem um último caso para resolver.
Sua irmã Nico está envolvida com um grupo radical que possui um plano para salvar a humanidade. Hank então embarca numa jornada por uma América destruída, na tentativa de encontrar a irmã e descobrir mais sobre o suposto plano.
De Massachusetts para Ohio, o detetive passa por zoológicos abandonados, restaurantes desertos, encontra gente de todos os tipos em diferentes graus de desespero, até chegar a uma central de polícia vazia, onde as evidências de um crime brutal mexem com seus instintos investigativos. Com o tempo se esgotando, Hank segue as pistas, mas não tem certeza se está preparado para o que pode encontrar, no desfecho da premiada trilogia O último policial.



Depois de Cinder, Scarlet e Cress, inspirados, respectivamente, nas histórias de Cinderela, Chapeuzinho Vermelho e Rapunzel, Marissa Meyer entrega a eles o último capítulo da série, em que reconta a história de Branca de Neve com tintas distópicas.
Na trama, a princesa Winter vive subjugada por sua madrasta, Levana, que inveja sua beleza e não aprova os sentimentos da jovem pelo amigo de infância e belo guarda real Jacin.
Mas Winter não é tão frágil quanto parece, e, junto com a ciborgue Cinder e seus aliados, a jovem princesa é capaz de ini­ciar uma revolução e vencer uma guerra que já está em andamento há muito tempo.
Será que Cinder, Scarlet, Cress e Winter podem derrotar Levana e encontrar seus finais felizes?




Dezesseis histórias fantásticas, algumas escritas há mais de cem anos, outras inéditas, selecionadas por ninguém menos que o aclamado autor de Coraline e outros tantos sucessos, Neil Gaiman. Como o título sugere, “Criaturas Estranhas” é uma coletânea de contos povoada por seres fantásticos, magníficos e às vezes assustadores. Assinadas por autores clássicos de ficção científica e fantasia, como Anthony Boucher e Diana Wynne Jones, a escritores contemporâneos, como Nnedi Okorafor e o próprio Gaiman, as histórias, que parecem ter saído de um sonho, ou talvez de um pesadelo, têm em comum o olhar atento e único de Neil Gaiman para o insólito. Cada conto é precedido de um comentário do escritor, que visa a provocar ainda mais a imaginação do leitor.




Primeiro da trilogia A Guerra dos Clãs, que marca a estreia da autora Arwen Elys Dayton na literatura young adult, “Seeker” é uma fantasia épica com toques de ficção científica perfeita para fãs de séries como Jogos Vorazes, Divergente, Legend e Game of Thrones. A história gira em torno da jovem Quin Kincaid, treinada para se tornar uma “Seeker” e lutar ao lado de seus companheiros para proteger os injustiçados, levando luz para um mundo mergulhado na escuridão. Na noite de seu juramento, porém, quando está prestes a honrar seu legado e iniciar sua missão, Quin descobre que ser uma “Seeker” não é bem o que ela havia imaginado. E mesmo sua família e seu grande amor não são exatamente como ela acreditava. A jornada de Quin Kincaid em busca de sua verdadeira identidade vai começar. Uma saga memorável, protagonizada por uma heroína inesquecível.

Escritor e roteirista nascido em Porto Alegre, Samir Machado arrebanhou elogios da crítica com o romance Quatro soldados. Agora, em sua estreia na Rocco, o gaúcho confirma que é uma das vozes mais originais da literatura nacional com um romance histórico que se filia à melhor tradição do gênero. Na trama, um soldado brasileiro é enviado a Londres com a missão de investigar uma rede de contrabando de livros eróticos para o Brasil, em 1760, e se deslumbra com os luxos e excessos da alta sociedade europeia. Uma legítima aventura de capa e espada, com direito a duelos e perseguições a cavalo, apimentada pela literatura pornográfica iluminista e pelo universo LGBT do século XVIII. A obra foi adquirida para adaptação cinematográfica pela RT Features, responsável por sucessos internacionais como Frances Ha, de Noah Baumbach, entre outros.



A jornalista e escritora Rosiska Darcy de Oliveira, membro da Academia Brasileira de Letras, tem muitas histórias para contar. Parte delas está reunida em “Pássaro Louco”. Na antologia, textos que passam pelas lembranças da infância, o exílio na Suíça durante a ditadura militar, amores, afetos, o bem e o mal da contemporaneidade, política, literatura, religiosidade e o carnaval, uma de suas paixões, organizados em blocos temáticos. “Pássaro louco”, por exemplo, além de dar nome ao livro, reúne os textos que falam de amor e vem do artigo de mesmo nome, em que a autora reflete sobre todas as formas de amor: “Por que os gays ainda assustam? Talvez porque sejam a prova viva de que o amor é um “Pássaro Louco” que ninguém sabe onde vai pousar.” Já o “Interlocutor mudo” reúne as reflexões da autora sobre religiosidade e a crença – ou não – na existência de um deus. Uma obra imperdível que traz a visão de mundo de uma das maiores pensadoras brasileiras.

Audie é uma jovem como qualquer outra, mas encontrou uma forma incomum de descolar uns trocados: ela serve de cobaia para a indústria farmacêutica. Neste irreverente romance, J.C. Carleson, ex-agente da CIA, mergulha no universo pouco conhecido, mas muito impressionante, dos voluntários em série de testes farmacológicos. Na tradição de Trainspotting e Drugstore Cowboy, doses cavalares de humor negro disputam espaço na trama com o drama de jovens que vivem no limite. No caso de Audie, ela precisa juntar dinheiro para oferecer a Dylan, seu namorado que tem uma doença terminal, uma festa de aniversário de 18 anos inesquecível. “Não há ganho sem dor”, ela repete, em meio aos efeitos colaterais das substâncias e procedimentos a que está sujeita e aos esquemas para lidar com eles. Mostrando as entranhas de um mundo desconhecido da maioria das pessoas, “Placebo Junkies” arrancou elogios da crítica com sua narrativa original e completamente viciante.

Perto dos 30 anos, Sarah Knight, editora e escritora, começou a perceber que era possível parar de ligar tanto para algumas coisas, mas somente aos 40 descobriu que podia fazer isso de forma mais ampla, e sem culpa ou drama. Motivada por dividir o que tinha aprendido e ajudar muitos a alcançarem o mesmo grau de liberdade, a autora lançou A mágica transformadora do F*, uma paródia brilhante do bestseller A mágica da arrumação, que mostra como se livrar de dramas familiares, compromissos desnecessários e da opinião alheia sem culpa.
“Esse livro é o ápice de tudo o que aprendi sobre ligar o foda-se, uma ode ao prazer que isso me trouxe e um guia, passo a passo, para qualquer um que deseje se libertar dos grilhões para tudo, em busca de uma vida mais saudável e feliz.” No livro, a autora desenvolve um método para reorganizar as preocupações com a tática de acionar a palavrinha mágica do F* interiormente, ou seja, não desperdiçar tempo, energia e/ou dinheiro com coisas que não melhoram a vida pessoal.
Sara Knight inspirou-se em outro bestseller, A mágica da arrumação, de Marie Kondo, no qual  a japonesa apresenta uma abordagem inovadora de organização a partir do descarte, não apenas do que não é mais utilizado, mas do que não traz mais alegria ao seu dono. Com a leitura, Sarah transformou desde a sua gaveta de meias até a vida, começando por jogar fora o excesso de obrigações e lixo mental.
Com linguagem divertida, o guia inclui um caminho em quatro capítulos: “Dar importância ou ligar o F*”, “Decidindo ligar o F*”, “Ligando o F*”, “A mágica transformadora do F* modifica drasticamente a sua vida”. Os capítulos incluem, entre muitas dicas, algumas partes especiais que vão das mínimas às máximas (auto) exigências que obrigam os indivíduos a gastarem muito tempo e energia,  com a família (com destaque espacial para irmãos e sogros); trabalho (reuniões, conference calls e por aí vai);  amigos; e, claro, um subtítulo bem-humorado para relacionamentos afetivos: “Você estava imaginando quando chegaríamos ao casamento, não é?”
Numa época de excessos – de informação, relacionamentos abusivos, velocidade e urgências –, da contumaz falta de tempo e do estresse de ordens diversas ao qual somos submetidos, o livro de Sarah Knight pode ser uma bela e leve ajuda. A mágica transformadora do F* mapeia tudo aquilo que pode ser relegado ou negado, daquelas muitas coisas que nos ocupam e subtraem fôlego para a vida, muitas vezes sem nem percebermos, de forma organizada, objetiva, divertida e sem culpa!



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