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Resenha | Clichê de Carol Dias @LerEditorial

15.4.16

Marina Duarte está no vermelho.
Dona de dupla graduação nas melhores faculdades públicas do Rio de Janeiro, seu sonho de construir a vida nos States não está funcionando.
Decidiu se mudar para ficar perto da tia, sua única família, mas a crise não está ajudando em nada sua carreira.
Sem saber como pagar as contas do próximo mês, Marina aceita uma vaga de babá na mansão da família Manning.
Ela só não podia imaginar que sua vida mudaria completamente, apenas por conhecer duas crianças e um chefe viúvo – e gato, maravilhoso, cheiroso e gostoso –, que precisa urgentemente de sua ajuda.




Olá pessoal, tudo bem? Para cumprir mais um item deste desafio: Ler um chick-lit com um coração na capa; o livro escolhido foi outro nacional. Eu fiquei apaixonada pela capa e a diagramação também é super fofa. Chick lit e clichê mais do que combinam né? E aqui, como o próprio título do livro diz, o que não faltaram foram as situações clichês, sendo a principal delas, a que a protagonista se apaixona pelo chefe milionário. Cheia de dívidas, Marina decide sair do Brasil para seguir uma indicação da tia sobre uma vaga de babá (nada daquilo do que ela está acostumada) em Nova York. Killian Manning perdeu a esposa há três meses e tem dois filhos, Dorian de 7 anos e Alison de 4. Ele precisa de alguém para cuidar dos filhos, que goste deles, que os entenda e proporcione distrações que facilitem a passagem por tamanha perda.

Como Marina tem experiência com a música por ter dado aulas para crianças em um projeto social, é através desta sua paixão e deste seu talento que ela consegue cativar os pequenos e consequentemente, toda a família. A convivência com todos e as rotinas dentro da casa são bem gostosas de acompanhar e como não podia deixar de ser, com um chefe maravilhoso como Killian, um pai carinhoso e atencioso e acima de tudo lindo, Marina não consegue deixar de se sentir atraída por ele.


O romance do casal não é o foco da trama, não espere nada explosivo nem cenas de fazer o coração palpitar. Apesar de Killian ter assumido muito rapidamente seu interesse por Marina, considerando o pouco tempo que perdeu a única mulher que amou na vida desde a adolescência, o que equilibrou esta atitude impulsiva dele foi que Marina decidiu agir com mais cautela, lembrando que ele era seu chefe e que ela não queria perder um emprego que amava tanto caso não desse certo. O que eu gostei muito foi como ela conquistou a confiança das crianças, a interação com elas e com a governanta e como, aos poucos, ela foi vencendo cada barreira que Dorian levantava. Como o mais velho, ele resistiu mais a presença de Marina na casa e não admitia que ela pudesse assumir o lugar da mãe. Já Alison, era um doce de menina e aceitou Marina instantaneamente. Para trazer um certo "drama", o enredo contou com o irmão arrogante de Killian e com a mãe de Killian, que se mostra uma bruxa desde o inicio e que deixou claro que não apoiava o relacionamento devido as diferenças de classe social.

As narrações são divididas entre Killian e Marina. As de Marina narrando o presente e as de Killian, narrando os principais acontecimentos da sua vida desde que conheceu a esposa, o nascimento dos filhos, quando foi informado sobre o acidente fatal e alguns momentos lindos e comoventes do casal. Eu amei este homem nestes momentos. Mesmo sendo um empresário bem sucedido, arrumava tempo para os filhos, demonstrava seu amor e fazia todo o possível pela felicidade deles. Também na visão do Killian, conseguimos perceber como ele se sentiu ao conhecer Marina e o que o levou a decisão de contratá-la. 

Uma coisa que me incomodou profundamente neste livro foi o fato da autora repetir diversas vezes a expressão: "Ele riu pelo nariz." ou "Ela riu pelo nariz." Foram mencionadas no minimo umas 30 vezes durante o livro inteiro, não teve como ignorar. Beirou o absurdo que os dois protagonistas tivessem este mesmo vício de linguagem e também queria saber como a gente "ri pelo nariz", será que alguém pode explicar?? Acredito que isto também não deveria ter passado despercebido na hora da revisão. Tirando isto, foi uma leitura agradável. Este romance super clichê é bem humorado, musical, teve cenas muito doces e mostrou a união de duas pessoas completamente diferentes. Como todo bom clichê, terminou com o tão desejado final feliz.

Onde Comprar:  Ler Editorial Extra Submarino

Comentários
2 Comentários

2 comentários

  1. Eu gosto de livros com crianças, geralmente me encantam, mas apesar de ter gostado da capa e da sua resenha ainda não consegui decidir se leio esse livro, vou pesquisar mais sobre ele :)

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  2. Oi, parabéns pela resenha! O livro parece ser muito legal e agradável de ler. Me lembrou um pouco Quase Casados da Jane Costello que também tem o mesmo enredo, é ótimo também!
    Beijos
    http://oreinoencantadodeumaleitora.blogspot.com.br/

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